
No dia 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o líder venezuelano Nicolás Maduro teria sido capturado e retirado da Venezuela, juntamente com sua esposa, Cilia Flores, após uma série de ataques militares em diferentes regiões do país. A declaração foi feita pelo próprio Trump, que classificou a ação como uma operação conjunta com forças de segurança dos Estados Unidos.
Segundo o presidente norte-americano, a ofensiva incluiu bombardeios em Caracas, capital venezuelana, e em outros pontos estratégicos, com o objetivo de enfraquecer estruturas ligadas ao governo de Maduro. Até o momento, autoridades venezuelanas não confirmaram oficialmente a captura, e as informações seguem sendo verificadas por organismos internacionais e pela imprensa global.
Quem foi levado junto com Nicolás Maduro
De acordo com Trump, Cilia Flores, esposa de Maduro e ex-deputada da Assembleia Nacional, foi capturada junto com o presidente venezuelano. Flores é considerada uma das figuras mais influentes do regime chavista e já foi alvo de sanções internacionais, sendo frequentemente citada em investigações envolvendo corrupção e uso indevido do poder político.
Não há confirmação oficial sobre a captura de outros membros do alto escalão do governo venezuelano, como ministros, chefes militares ou líderes partidários ligados ao regime. O paradeiro dessas autoridades permanece incerto.
As acusações contra Maduro e os impactos para o povo venezuelano
Nicolás Maduro governa a Venezuela desde 2013 e é amplamente acusado por organizações internacionais, governos estrangeiros e entidades de direitos humanos de violações sistemáticas dos direitos fundamentais da população. Entre as principais acusações estão:
Repressão violenta a protestos populares, com prisões arbitrárias de opositores políticos
Censura à imprensa e perseguição a jornalistas
Manipulação de eleições, consideradas ilegítimas por observadores internacionais
Colapso econômico, marcado por hiperinflação, desemprego elevado e escassez de alimentos e medicamentos
Êxodo de milhões de venezuelanos, que deixaram o país em busca de condições mínimas de sobrevivência
Esses fatores contribuíram para uma das maiores crises humanitárias da história recente da América Latina, afetando diretamente a população mais pobre e pressionando países vizinhos.
O que pode acontecer agora
Após o anúncio da captura, diversos cenários estão sendo debatidos por analistas políticos e diplomáticos:
Processo judicial internacional
Caso a detenção seja confirmada, Maduro poderá enfrentar acusações formais em tribunais estrangeiros, relacionadas a corrupção, crimes contra a humanidade e envolvimento com o narcotráfico, conforme alegações antigas do governo dos EUA.
Vácuo de poder na Venezuela
A ausência do presidente pode provocar uma crise institucional imediata, com disputas internas entre forças militares, membros do regime e setores da oposição.
Pressão por transição política
Líderes oposicionistas e parte da comunidade internacional defendem a formação de um governo de transição, com o objetivo de convocar eleições livres e supervisionadas.
Reações internacionais e riscos de escalada
A ação anunciada pelos EUA já provoca reações divergentes no cenário global, levantando preocupações sobre soberania nacional, legalidade internacional e estabilidade regional.
Situação segue em desenvolvimento
Até o momento, muitas das informações divulgadas baseiam-se exclusivamente nas declarações do presidente dos Estados Unidos, e não foram confirmadas por organismos independentes. A situação na Venezuela permanece instável, e novos desdobramentos são esperados nas próximas horas.