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Polícia Civil investiga morte de tio de Suzane von Richthofen em imóvel no Campo Belo

Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, foi encontrado sem vida dentro de residência na zona sul de São Paulo; caso é tratado como morte suspeita e segue sob apuração

12/01/2026 às 10h18
Por: REDAÇÃO MUNICÍPIOS EM AÇÃO Fonte: Valentina Bragança
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Reprodução
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A Polícia Civil de São Paulo investiga as circunstâncias da morte de Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, tio de Suzane von Richthofen, ocorrida na última sexta-feira (9). O corpo foi localizado no interior de um imóvel situado na Rua Baronesa de Bela Vista, no bairro do Campo Belo, zona sul da capital paulista.

De acordo com as informações iniciais, equipes da Polícia Militar foram acionadas após um chamado feito ao endereço. Ao chegarem ao local, os agentes constataram que Miguel já se encontrava sem sinais vitais, dentro da residência. Em uma avaliação preliminar, não foram identificados sinais aparentes de violência, como ferimentos visíveis ou indícios claros de luta corporal.

Diante da situação, o caso passou a ser tratado como morte suspeita, seguindo os protocolos padrão adotados pelas forças de segurança em ocorrências consideradas atípicas. A área foi isolada para a preservação do local, e o Instituto de Criminalística (IC) foi acionado para realizar a perícia técnica no imóvel, a fim de coletar vestígios que possam auxiliar na elucidação dos fatos.

O corpo de Miguel Abdalla Neto foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames necroscópicos. O laudo deverá indicar a causa da morte, informação considerada fundamental para orientar o rumo das investigações. Somente após a conclusão desses exames será possível confirmar se o óbito ocorreu por causas naturais ou se houve algum outro fator envolvido.

A ocorrência foi registrada no distrito policial responsável pela área, que ficará encarregado de conduzir o inquérito. Testemunhas poderão ser ouvidas nos próximos dias, incluindo vizinhos e pessoas próximas à vítima, com o objetivo de levantar informações sobre a rotina de Miguel, seu estado de saúde e eventuais situações incomuns percebidas antes do falecimento.

Apesar do parentesco com Suzane von Richthofen — condenada pelo assassinato dos próprios pais em 2002 —, a polícia ressalta que não há, até o momento, qualquer indício de relação entre o caso e o crime que ganhou repercussão nacional há mais de duas décadas. As autoridades afirmam que a investigação segue de forma técnica e cautelosa, sem descartar nenhuma hipótese até a conclusão dos laudos periciais.

A Polícia Civil informou ainda que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das apurações e a obtenção de resultados oficiais dos exames realizados.

 

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