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Assalto à mansão da família Matsunaga termina com três suspeitos mortos em SP

Quatro homens invadiram o imóvel em busca de um cofre e joias, renderam funcionários e agrediram um motorista; um suspeito foi preso e policial militar ficou ferido

15/10/2026 às 20h31
Por: REDAÇÃO MUNICÍPIOS EM AÇÃO Fonte: Lohan Rajimi
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

SÃO PAULO (SP) – Uma tentativa de assalto à mansão da família Matsunaga terminou com três suspeitos mortos após confronto com policiais da Rota, na quarta-feira (14), no bairro Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista. Um quarto homem, de 39 anos, foi preso em flagrante, e um policial militar foi baleado no ombro, sem risco de morte. 

Segundo informações do boletim de ocorrência divulgadas pela imprensa, quatro homens invadiram a propriedade e renderam três funcionários: um motorista, uma cozinheira e uma empregada doméstica. Os criminosos procuravam o proprietário, um cofre e joias. O motorista relatou ter sido agredido e teve o celular roubado, enquanto os funcionários foram mantidos sob o controle dos invasores. 

A polícia foi acionada após a invasão. Durante a ocorrência, os agentes prenderam um dos suspeitos e entraram em confronto com outros três, que foram baleados. Dois morreram no local, e o terceiro chegou a ser socorrido, mas morreu posteriormente em uma unidade de saúde. 

Família Matsunaga não estava totalmente exposta à ação

O imóvel pertence a Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, pais do empresário Marcos Matsunaga, ex-presidente da Yoki, assassinado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012.

Sobre a filha de Marcos e Elize, atualmente com 16 anos, há divergência nas informações publicadas: uma reportagem afirma que a adolescente estava viajando com um parente e não se encontrava na mansão. A CNN Brasil informou que seis pessoas foram feitas reféns, mas que a Polícia Militar não detalhou quais familiares estavam entre elas. Portanto, a presença da jovem no local não deve ser tratada como confirmada. 

O caso foi registrado no 14º Distrito Policial, em Pinheiros, e será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Militar também instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do confronto.

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